Equipa d´O Ciclista

Clube de Jornalismo O Ciclista:

Professoras: Dra. Graça Matos e Dra. Sara Castela

Alunas: Adriana Matos, Ana Neta, Beatriz Agante, Matilde Santos e Sofia Pedrosa

Alunos: Daniel Almeida, Henrique Ferreira, João Rocha e Tomás Antunes

Dra. Miquelina Melo – Membro Honorário

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

A Pirata Susana



Numa ilha longínqua, a pirata Susana estava para ir à procura do tesouro das Ilhas Encantadas.
Numa noite, Susana ouviu uns passos e viu que alguns dos que estavam a bordo começaram a lutar contra outros piratas. A luta foi agreste, acabou, só tinham sobrevivido nove piratas, incluindo Susana.
Eles encontraram várias terras, como por exemplo a Ilha da Páscoa, até que a pirata se lembrou que o mapa estava no seu baú. Então foram da Ilha da Páscoa ao Brasil para recolher alimentos e água suficientes para chegarem à Ilhas Encantadas.
Perto de Angola estavam as Ilhas Encantadas. Viram unicórnios mágicos, sereias e outros seres fantásticos, mas ficaram fascinados por duas palmeiras  fazerem um X.
Começaram a escavar e, quando abriram o baú, viram pérolas, tiaras de jóias, ouro e prata, moedas de ouro e uma mensagem que dizia “Isto que encontraram é para fazer o bem, não o mal e o que é mais valioso é a amizade, a família e a compaixão. Se não usarem para o bem, o tesouro, lançar-vos-á uma maldição que durará 30 anos.”
Passados uns dias, chegaram à sua Terra Natal e começaram a dar algum dinheiro aos pobres. Só que um senhor disfarçado de senhora enganou a pirata Susana e disse em voz alta que com aquele diamante podia comprar armas para matar o rei. De repente, um raio acertou-lhe e ouviu-se uma voz que dizia “É a maldição que te caiu em cima!!!...” A partir desse dia, nunca mais foi maldoso e a pirata Susana ajudou a espalhar o bem.
Carla Braga, 5.º B, Escola Básica de Vilarinho do Bairro




quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Fadas verdadeiras



Era uma vez uma menina chamada Marta que desejava ser uma fada. Entretanto, chegou o Carnaval e ela mascarou-se de fada.
Nessa tarde ela viu uns brilhantes espalhados pelo chão. Segui-os e encontrou uma fada verdadeira, a Julieta. No início, não acreditou, mas quando a fada começou a fazer magia com a sua varinha mágica, a Marta começou a acreditar. Então, pediu-lhe para ser fada. A Julieta disse-lhe que só poderia ser uma fada verdadeira se tirasse uma boa nota no exame das fadas.
A Marta como queria realizar o seu desejo, começou a ir às aulas no país das fadas. O dia do exame chegou e a Marta estava um pouco nervosa, mas confiante que conseguiria uma boa nota.
Passada uma semana, a fada Julieta chamou a Marta e entregou-lhe uma varinha mágica dizendo que ela tinha tirado uma excelente nota e seria a fada Marta.
Nesse momento, surgiu uma dúvida à Marta… como se iria transformar em fada!
A Julieta explicou-lhe que só era preciso dizer ‘’transforma-te’’. Marta ansiosamente experimentou. Logo surgiu um vestido roxo, amarelo e cor-de-rosa, umas asas azuis e uns sapatinhos vermelhos. A Marta estava encantada.
Antes da fada Julieta ir embora marcou com a Marta um próximo encontro para falarem das suas experiências de fadas. Mas avisou-a que uma fada nunca pode ser revelada a ninguém.
A partir desse dia a Marta transformava-se em fada e ajudava os seus colegas.
Não era simplesmente uma fada, era também uma heroína.
Mariana Ferreira Rodrigues da Silva, 4.º B, Centro Escolar de Arcos

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

A viagem fantabulástica do Hugo



Há muito muito tempo, numa terra onde existiam muito poucas pessoas, ainda menos crianças, vivia um menino de seu nome Hugo, com a sua família.
Hugo, era um menino muito sonhador, ansiava crescer para assim realizar todos os seus sonhos. Eram muitos, mas havia um que ele não parava de pensar: “A sua viagem fantabulástica à volta do mundo”.
O tempo passou e Hugo cresceu, estudou, trabalhou, juntou algum dinheiro e estava pronto, para aquela que seria a viagem da sua vida. Arranjou as suas coisas, colocou-as numa mochila e fez-se ao caminho.
Andou de comboio, de terra em terra, apanhou barcos, andou de helicóptero, de avião e até de camelo. Descobriu novas culturas, novos povos, mas houve um que o fascinou, a África. Descobriu que era um povo com muitos costumes, tradições e com uma grande variedade de locais para ele visitar.
Todas as manhãs, assim que acordava, na pequena aldeia onde o receberam o ritual era sempre o mesmo, agradeciam aos deuses tudo o que lhes era dado, o ar, o dia, a comida, agradeciam o simples facto de terem amigos e estarem vivos.
Hugo aprendeu com o povo africano, a saber dar valor a pequenas coisas, como o “muito obrigado”, o “por favor”, o “desculpa” e acima de tudo a facilidade desse povo receber estranhos na sua comunidade e fazer com que ficassem amigos, tal como fizeram com ele.
Conheceu a África, a Ásia, e como era português sentiu necessidade de conhecer a Europa.
Visitou a Espanha, onde assistiu a uma largada de touros e aprendeu a dançar flamengo com as sevilhanas. A França, onde conheceu a Torre Eifel, o museu do Louvre onde viu o quadro da Mona Lisa. Passeou pelos campos e Elísios e aprendeu algumas palavras em francês. Passou por Itália, comeu uma grande pizza e andou de gôndola. Na Suíça experimentou o famoso queijo e aprendeu a esquiar.
Em todos os países conheceu muitas pessoas, fez grandes amigos, mas, as saudades de Portugal, principalmente da sua família e da sua pequena aldeia, eram muitas.
Decidiu voltar e mal podia esperar para contar a todos o que tinha vivido, experimentado e conhecido em todos os países em que andou.
Foi, sem dúvida, a melhor, a maior, a mais fantástica e fabulosa viagem que qualquer pessoa desejaria fazer, como o Hugo lhe deu o nome de “A viagem fantabulástica”.
Martim Flor Rodrigues, 4.º D, EB1 de Aguim